Vem pro Coworking disponibiliza calculadora gratuita para demonstrar como enxugar os custos operacionais

Movimento sem fins lucrativos cria ferramenta que vem ajudando empresas brasileiras a encontrarem soluções alternativas para garantir a retomada da economia em meio à pandemia.

Dados do Censo Coworking Brasil 2019 apontam que o setor de coworkings cresceu 25% em 2019, tendo espaços distribuídos em 195 municípios brasileiros, sendo opção para empreendedores individuais, pequenas empresas, hubs de inovação, e muitos outros setores, porém a crise do Covid-19 no Brasil mudou completamente o olhar do mundo corporativo sobre os seus próprios espaços, levando empresas que não compartilham espaços a repensarem a real necessidade de manterem um escritório.

Percebendo o aumento de vacância em imóveis corporativos, como demonstrado pela Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC), que apurou que houve aumento de 10% em julho, o movimento Vem pro Coworking reuniu coworkings em todo o País para auxiliar empresas, escritórios, consultórios e até quem está iniciando a caminhada empreendedora, a trabalhar de uma forma diferente, mais sustentável, mais produtiva, com mais networking e que reduz consideravelmente os custos de toda a operação.

No site do Vem pro Coworking, é disponibilizada uma calculadora que apura informações como ramo de atividade, região do País em que a empresa opera, número de colaboradores, se há necessidade de uma sala privativa para a equipe, quantas horas mensais o espaço será utilizado, para que seja realizado um cálculo de economia em relação ao local físico utilizado atualmente.

Para Breno Caires, fundador do Vem pro Coworking, o momento é de olhar com atenção para o setor pois é uma tendência de mercado internacional que já existe e que a crise econômica está antecipando no Brasil. “As pessoas ainda têm a ideia de que o coworking é apenas um espaço compartilhado onde você tem uma bancada para trabalhar. Mas não fazem ideia do que a estrutura do coworking oferece às empresas. Os coworkings são verdadeiros centros de inovação e impulsionam as empresas a crescer de forma sustentável e flexível. Uma empresa pode ter endereços em diversos estados ou até mesmo países, facilitando sua expansão, sem precisar realmente ter um escritório. Basta estar em uma rede de coworkings com endereços virtuais, atendimento telefônico com transferência para o celular, e se alguém aparecer de surpresa no endereço listado, a recepcionista atende e diz que no momento a pessoa não se encontra e anota o recado, isso, estou falando sobre possibilidades de expansão aos negócios, mas se formos abordar os fatores econômicos, aí a lista é ainda mais extensa”, destaca o profissional, que atua no segmento de coworkings há mais de 10 anos e também é CEO da Conexa.

Os coworkings brasileiros estão em diversas regiões e em prédios comerciais, casas e até mesmo prédios inteiros destinados a este fim, oferecendo opções para todos os tipos de negócios. 68% deles concentram-se nas capitais e 32% no interior dos estados, abrangendo um amplo atendimento que pode oferecer um novo formato às empresas.

O crescimento do setor de coworkings também está diretamente ligado à sustentabilidade e geração de emprego. De acordo com pesquisa realizada pela International Workplace Group (IWP), nos próximos 10 anos o segmento de escritórios compartilhados prevê uma movimentação de R$20 bilhões apenas no Brasil, além de uma geração de 71 mil novos empregos, que, por serem flexíveis e com pontos de trabalho próximos às casas dos colaboradores, também estima-se uma redução de 68 mil toneladas de emissão de CO2 por ano, já que os deslocamentos ficarão mais curtos.

“Se o empresário colocar na ponta do lápis internet, luz, água, insumos de escritório como papel, impressoras, tinta para impressão, cadeiras, manutenção de todos os itens que sempre precisam de algum ajuste, compra de café, água, açúcar, papel toalha, papel higiênico, sabonete, estamos falando de pormenores que nem dizem respeito ao negócio da empresa, mas, é preciso estar atento à tudo isso para que a empresa funcione, e tudo isso tem um custo, que, muitas vezes, só esses custos que não fazem parte do negócio em si, já são mais caros do que estar em um coworking. Vale realizar o cálculo e entrar em contato com coworkings para entender mais sobre as necessidades específicas para o negócio desenvolvido”, finaliza Breno.

  Vem pro Coworking

O movimento Vem pro Coworking, não tem fins lucrativos, e é apoiado pela Conexaempresa líder no Brasil em softwares para gestão de coworkings, com o objetivo de colaborar com a economia brasileira e demonstrar às empresas de todos os ramos e portes que existe um formato econômico, inovador e que permite flexibilidade para escalonamento do negócio e também aos colaboradores, com pontos de trabalho em qualquer local do Brasil.

O propósito do VPC é fortalecer empresas, empresários, autônomos e todo circuito econômico, oferecendo conexões para networking, redução de custos, melhoria na eficiência dos negócios, mobilidade e principalmente, salvar empresas e negócios da falência.

Breno Caires, CEO da Conexa-Foto: Igor Oliveira
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