Crianças devem usar máscara. Saiba o por quê

Pediatra do Sistema Hapvida orienta como proceder e qual a idade correta para o uso da proteção

A vacina já está no país e as pessoas que pertencem aos grupos prioritários estão sendo imunizadas, mas a Covid-19 ainda não deu trégua, por isso é importante não descuidar. No caminho de enfrentamento contra a doença, o público infantil permanece necessitando de uma atenção especial. Com a chegada do verão, os cuidados com os pequenos devem ser redobrados, já que as brincadeiras e atividades típicas desta estação se intensificam e o distanciamento social e o uso da máscara fica mais difícil de ser praticado.

A Organização Mundial da Saúde orienta que crianças com menos de dois anos não devem usar máscara, bem como qualquer pessoa com problema respiratório grave ou cognitivo importante, independentemente da idade. Já entre dois e seis anos, com a supervisão de um adulto, recomenda-se o uso da proteção. A partir desta idade, dependendo do ambiente e do risco de transmissão, o uso da máscara é fundamental. De 11 anos em diante, a recomendação é a mesma que aos adultos: uso obrigatório.

Para estimular os pequenos a usarem a máscara, a dica principal do médico do Sistema Hapvida, o pediatra Maurício Kimati Dias é que os pais deem exemplo dentro de casa. A opção de trabalhar com o lúdico através de máscaras coloridas, de personagens ou iguais para toda a família é uma forma de estimular o uso da proteção pelas crianças.

Ainda segundo o médico, a criança com menos de seis anos não tem destreza e consciência da importância de usar máscara por muito tempo, então o ideal é ficar o mínimo possível em ambientes de risco com elas. “Eles colocam a mão na máscara, o nariz para fora e a mão no rosto. Então, a máscara pode atrapalhar. Uma alternativa é trocar com frequência”, disse.

As crianças menores de dois anos que não toleram o uso máscara, que colocam a mão nos olhos e na boca com facilidade e que têm dificuldade de manter o distanciamento devem sair o mínimo possível de casa. Além de correrem o risco de se contaminar, podem se tornar agentes de transmissão da doença para qualquer pessoa.

O Ministério da Saúde disponibilizou em seu Youtube dicas para aliviar o estresse da criançada nesse período difícil, confira aqui: https://bit.ly/3pMMDnh

Sistema Hapvida

Com mais de 6,7 milhões de clientes, o Sistema Hapvida hoje se posiciona como um dos maiores sistemas de saúde suplementar do Brasil presente em todas as regiões do país, gerando emprego e renda para a sociedade. Fazem parte do Sistema as operadoras do Grupo São Francisco, RN Saúde, Medical, Grupo São José Saúde, além da operadora Hapvida e da healthtech Maida. Atua com mais de 36 mil colaboradores diretos envolvidos na operação, mais de 15 mil médicos e mais de 15 mil dentistas. Os números superlativos mostram o sucesso de uma estratégia baseada na gestão direta da operação e nos constantes investimentos: atualmente são 45 hospitais, 191 clínicas médicas, 46 prontos atendimentos, 175 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial.

Imagem de René Bittner por Pixabay 

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