Parque Vicentina Aranha celebra 98 anos com plantio de árvores

No mês em que celebra 98 anos, o Parque Vicentina Aranha realiza diversas atividades comemorativas. O plantio de árvores, feito por personagens de São José dos Campos e região que têm relação com a história do Vicentina Aranha, é uma dessas ações.

Neste ano, cinco convidados realizaram o plantio de mudas de ipê-amarelo, ipê-verde, sumaúma, araribá e pitangueira, com a supervisão do engenheiro florestal Rogério Mazzeo, e compartilharam memórias relacionadas a esse patrimônio joseense.

Ipê-amarelo

Árvore símbolo de São José dos Campos, o ipê-amarelo foi plantado pela Prefeitura. Também participaram da ação o engenheiro Vitor Chuster, neto do Dr. Nelson D’Ávila, que atuou como médico no Vicentina Aranha durante a fase sanatorial; Marilda Piedade Godoi, cuja mãe foi funcionária do Vicentina Aranha também nesse período; Pe. Maurício Tadeu Miranda, pároco da Paróquia Sagrada Família; e Jorge Araújo, supervisor de operações da AFAC – Organização Social de Cultura, gestora do Parque Vicentina Aranha.

Parque Vicentina Aranha

Localizado na cidade de São José dos Campos, interior de São Paulo, foi inaugurado pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, em 27 de abril de 1924, como Sanatório Vicentina Aranha. Era um dos maiores centros para tratamento de tuberculose da América Latina, foi o primeiro sanatório de São José dos Campos e um dos primeiros do país. É tombado como patrimônio histórico pelo Comphac (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural do Município de São José dos Campos) e Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e turístico).

98 anos

Desde 2007, funciona como Parque Vicentina Aranha, de propriedade do Munícipio de São José dos Campos, estando sua gestão, desde 2011, a cargo da AFAC- Organização Social de Cultura, a qual promove a recuperação das edificações com obras de manutenção e restauro, além de uma vasta e diversificada programação cultural e de qualidade de vida.

Plantio foi realizado com a supervisão do engenheiro florestal Rogério Mazzeo – Foto: Claudio Vieira/PMSJC

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