Modelo Priscila Matias condena a visão machista sobre ensaios sensuais: “a mulher sensual é empoderada”

A modelo e coelhinha da Playboy Priscila Matias se posiciona contra o machismo e o patriarcado e declara que a sensualidade pertence à mulher para fazer o que bem entender.

Vestir uma lingerie, ir para a frente do espelho e se sentir linda, desejável e poderosa, é o que a maioria das mulheres querem, estar bem com a autoimagem e se sentir bem na própria pele, sem a pressão e a imposição de padrões de beleza da sociedade. 
A sensualidade e o poder feminino sempre foram reprimidos em uma sociedade onde até pouco tempo, mas estamos mudando isso. Algumas décadas atrás, as mulheres eram criadas para servir aos homens e conseguir “bons” maridos, mas esta visão retrógrada está caindo por terra e eu realmente acredito que um ensaio sensual é uma prática afirmativa, de que sim somos mulheres e nosso corpo é para o nosso bel prazer.”

Foto de Reprodução / MF Press Global

Priscila Matias

Em uma sociedade onde o corpo magro, branco e sem imperfeições é colocado como padrão de beleza, não é fácil se sentir bonita. Por isso, a modelo e ex-coelhinha da Playboy Priscila Matias acredita que ensaios sensuais são uma forma de empoderamento: “a sensualidade pertence à mulher e ela usa como bem entender. O poder feminino não pode mais ser negligenciado só pelo receio que algumas possam ter de serem taxadas pela sociedade ultraconservadora. O meu objetivo é de elevar a autoestima das mulheres e ajudá-las a se empoderar a mostrar que elas também podem fazer as pazes com o espelho e se sentirem lindas.”

Fotos de Reprodução / MF Press Global
Fotos de Reprodução / MF Press Global

Ensaios sensuais

Priscila também acredita que os ensaios sensuais hoje são um pronunciamento contra o machismo: “chega da mulher negar a própria sensualidade para agradar a um falso recato imposto pelo machismo. Não é porque a mulher é sensual que ela é ‘fácil’. A sensualidade da mulher e a força feminina dela não pertence ao homem e sim a si mesma. O que muitos julgam vulgar ou fútil, na verdade é um ato afirmativo de empoderamento. A mulher, assim como o homem, pode ser tudo que quiser e não precisa se reprimir porque a sociedade diz que ela tem que ser de um outro modo.”

Instagram