Hospital da Vila concede 300 altas e mantém leitos covid disponíveis

Graças ao empenho dos profissionais de saúde e das demais áreas, o Hospital Municipal de São José dos Campos está conseguindo atender os casos de internação de pessoas com covid-19 ou suspeitas de ter a doença. Principalmente nos casos mais sérios, quando há necessidade de procedimentos complexos e cuidados intensivos.

Hospital Municipal de São José dos Campos

Nesta terça-feira (23), o hospital da Prefeitura e gerenciado pela SPDM (Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina) deu alta ao 300º paciente da ala covid, que funciona desde o início de abril em local isolado dos demais setores.

Com a recuperação dos enfermos, a taxa de leitos da unidade vem se mantendo estável, permitindo o atendimento sem sobrecarregar o sistema público. A ocupação na UTI, por exemplo, está em 61,3%. O índice está abaixo da média do estado, que é de 65,4%, e bem inferior ao da rede particular da cidade – com 84,5% da oferta.

Atualmente o Hospital da Vila disponibiliza 114 leitos para pacientes com exames positivos de covid ou em investigação. Com a reconfiguração das alas específicas, agora são 52 vagas de enfermaria e 62 de UTI.

Quando o Hospital de Retaguarda for inaugurado, outros 40 leitos serão criados para ampliar a população. Se houver necessidade, tanto os hospitais públicos como particulares podem fazer remanejamento para suprir eventual demanda.



Ações de enfrentamento à pandemia

Mesmo antes do surgimento dos primeiros casos no município, a Prefeitura vem planejando a rede pública municipal para o enfrentamento da pandemia. Além da ampliação dos leitos, o Município comprou respiradores, equipamentos de proteção individual e criou alas específicas para garantir a segurança dos profissionais e pacientes.

A mais recente iniciativa é a construção do Hospital de Retaguarda. Numa concepção moderna e mais avançada do que os chamados hospitais de campanha Brasil afora, a nova unidade hospitalar de São José vai permanecer na cidade quando a epidemia se arrefecer. É um investimento permanente da Prefeitura, com a colaboração de empresas, que vai integrar a rede de saúde e será transformado no novo pronto-socorro municipal.

Constituído por 67 módulos de cerca de 20 metros quadrados e pé direito de 2,70 metros, o prédio terá dois pavimentos. As obras estão adiantadas e deverão ser entregues no dia 15 de julho, num prazo recorde de 45 dias de serviços.

Desde 20 de março, as unidades de pronto atendimento (UPA) vêm fazendo testagem em todo paciente com síndrome gripal. Profissionais de saúde com sintomas também são testados.

Hospital de Retaguarda


Obra do Hospital de Retaguarda é um marco da engenharia | Foto: Cláudio Vieira/PMSJC

Mesmo antes do surgimento dos primeiros casos no município, a Prefeitura vem planejando a rede pública municipal para o enfrentamento da pandemia. Além da ampliação dos leitos, o Município comprou respiradores, equipamentos de proteção individual e criou alas específicas para garantir a segurança dos profissionais e pacientes.

A mais recente iniciativa é a construção do Hospital de Retaguarda. Numa concepção moderna e mais avançada do que os chamados hospitais de campanha Brasil afora, a nova unidade hospitalar de São José vai permanecer na cidade quando a epidemia se arrefecer. É um investimento permanente da Prefeitura, com a colaboração de empresas, que vai integrar a rede de saúde e será transformado no novo pronto-socorro municipal.

Constituído por 67 módulos de cerca de 20 metros quadrados e pé direito de 2,70 metros, o prédio terá dois pavimentos. As obras estão adiantadas e deverão ser entregues no dia 15 de julho, num prazo recorde de 45 dias de serviços.

Equipe multidisciplinar de profissionais de saúde em ação na unidade de terapia intensiva – Foto: Divulgação

Uma outra medida, em prática desde 20 de março, é a testagem de todos os pacientes com síndrome gripal que chegam às unidades de pronto atendimento (UPA). Profissionais de saúde com sintomas também são testados.

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