Vita mostra os desafios de reabilitação ortopédica

Fundado em 2000, o Vita nasceu com o propósito de oferecer, de forma integrada, todos os principais serviços de reabilitação ortopédica. Acompanhar o paciente desde o diagnóstico médico até o fim do tratamento, entendendo suas necessidades não apenas físicas, mas também emocionais, é mais que uma opção, é um valor da clínica.

Desde sempre, o Vita procurou mostrar que a Ortopedia é mais do que recuperar, é promover saúde e vitalidade aos pacientes, permitindo que, mesmo após uma lesão séria, eles voltem a fazer tudo o que faziam antes e até com mais eficiência e disposição.

Isso tem a ver com seu DNA esportivo. Os fundadores do Vita sempre estiveram ligados ao esporte. Um deles, Dr. Wagner Castropil, por exemplo, foi tricampeão brasileiro de judô e representou o Brasil nas Olimpíadas de Barcelona. A ideia é, na medida do possível, oferecer medicina em alto rendimento, o que só é possível com muito investimento em ciência (conhecimento) e tecnologia, algo pelo que também sempre prezamos muito.

Bom, vamos à história… O primeiro endereço do Vita foi na rua Capote Valente, bairro de Pinheiros, capital, num prédio comercial em que ocupava, a princípio, 95 m². Poucos meses depois da inauguração, porém, já foi preciso ampliar o espaço. Passamos a 130 m².

A expansão foi rápida, prova de que as bases conceituais sobre as quais a clínica foi estruturada eram bem sólidas e permitiam seguir ampliando a ideia. Em 2003, abrimos a segunda unidade, em Moema. Três anos depois, em 2006, nossa matriz saiu da rua Capote Valente. Fomos para Higienópolis, na rua Mato Grosso: endereço que ocupamos até hoje.

No início da segunda década de existência do Vita, surgiu a oportunidade de uma parceria com o São Paulo Futebol Clube, por meio da qual instalamos uma unidade dentro do Estádio do Morumbi. Foi um movimento muito importante, que projetou ainda mais a marca e lhe permitiu seguir expandindo com muita consistência.

Atualmente, o Vita conta com duas grandes unidades, Higienópolis e Morumbi — que combinam serviços de reabilitação (fisioterapia, hidroterapia, terapia ocupacional e preparação física) e ortopedia —, e mais três, também na capital paulista, nos bairros de Moema, Cidade Jardim e Vila Olímpia, que oferecem, exclusivamente, serviços de reabilitação.

Qual lacuna a clínica preenche? Qual é o diferencial da clínica?

A oferta dos serviços de reabilitação integrados, a visão de que a medicina deve acrescentar saúde e não apenas recuperar as condições básicas do paciente (o que se deve à sua forte ligação com a medicina esportiva), cientificidade e alta tecnologia são atributos que colocam o Vita em destaque e atendem a crescente demanda das pessoas por uma vida de realizações não apenas profissionais, mas também pessoais.

Refiro-me, por exemplo, a pessoas que praticam esporte de forma amadora, mas querem superar os próprios limites, porque encontram sentido existencial nisso. Os hobbies também podem ser desafiadores.

Muitos dos nossos médicos, fisioterapeutas e preparadores físicos se destacam pela atuação na medicina esportiva: alguns coordenam equipes médicas de confederações nacionais, como judô e ginástica olímpica. Recentemente, começaram as aulas de um curso de pós-graduação em medicina esportiva que estamos realizando, por meio de nossa OSCIP, o Instituto Vita, em parceria com a Unicid e a Beneficência Portuguesa.

A maior parte de nossos profissionais tem sólida carreira acadêmica e desenvolvem estudos em suas respectivas áreas com reconhecimento internacional. Não é raro ter profissionais do Vita ministrando palestras e aulas não apenas no Brasil, mas também no exterior.

Prova desse compromisso com a ciência e a tecnologia está no Laboratório de Performance do Movimento (LPM) do Vita, que fica na unidade do Morumbi e onde os pacientes, na maioria atletas, profissionais e amadores, fazem exames e testes para saber de suas reais condições físicas e também para corrigir possíveis desequilíbrios biomecânicos na execução de alguns movimentos. Esses testes permitem que os pacientes só sejam liberados para voltar à prática esportiva, de fato, se estiverem preparados para a carga de exercícios da atividade.

Quais são os maiores desafios?

Acho que o trabalho que realizamos é reconhecido pelos nossos pacientes e esse reconhecimento, normalmente, é compartilhado. O desafio é seguir atendendo e, se possível, superando as expectativas dos nossos pacientes. A tarefa não é simples, porque nosso trabalho não se limita aos nossos profissionais. Precisamos dos nossos pacientes engajados, comprometidos com os tratamentos, para garantir que nenhum deslize, desatenção ou excesso possa prejudicar a reabilitação.

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Por isso, o trabalho não é apenas físico, é emocional e os 19 anos da clínica, mais a presença de alguns dos melhores profissionais do Brasil em suas respectivas áreas, com muita experiência e conhecimento, ajudam muito. Por isso, temos vencido esse desafio dia após dia ao longo desse tempo.

Qual é a sua mensagem e dicas para as pessoas que se beneficiam do seu trabalho?

Poucos fatos frustram mais um médico ou um profissional da saúde do que uma reabilitação malsucedida. O Vita nasceu com o propósito de aumentar, ao máximo, as chances de sucesso de um tratamento dessa natureza. Tudo é pensado para mais do que recuperá-lo, é pensado para lhe dar uma condição melhor. Ou seja, nossa causa é nobre: a sua saúde.

A dica que damos é no sentido de não se dobrarem diante de um problema médico, não acharem que uma lesão é “o fim do mundo”, um problema sem solução. A medicina e a saúde, felizmente, não cansam de evoluir e o Vita está atento a tudo para garantir que seus pacientes tenham acesso ao que há de melhor nesse universo.

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Quais são os desafios de marketing digital para captar mais pacientes?

Talvez o tom da comunicação seja o principal desafio. O marketing, para clínicas médicas, não pode, sob nosso ponto de vista, ser ostensivo. Ele precisa reproduzir a essência médica, baseada em ciência e histórias reais de superação, mas tudo transmitido num tom sóbrio, sem excessos nem sensacionalismos. Num mar de conteúdos “bombásticos”, “incríveis” e “fantásticos”, como o do mundo digital, é desafiador chamar a atenção com uma abordagem mais sóbria, baseada em fatos e comprometida com o rigor científico, mas é o que estamos procurando fazer. No médio e longo prazo, essa abordagem, ao que nos parece, tende a ser mais eficiente, sobretudo para o nosso negócio, em que não apenas ser, mas também parecer confiável é de suma importância.

Nesse aspecto, a sobriedade e a comunicação baseada em exemplos concretos e não hipotéticos nos parece a ideal. De qualquer maneira, considero os atributos do Vita e de nossos profissionais bastante impressionantes. Se forem transmitidos, como estamos transmitindo, o retorno virá.