Programa E-Jets E2 recebe o Grand Laureate da Aviação Comercial concedido pela Aviation Week

 A família de jatos E-Jets E2, da Embraer, foi o grande vencedor entre os premiados da Aviação Comercial ao receber o Grand Laureate, da revista Aviation Week, anunciado durante cerimônia que ocorreu em Washington D.C., nos Estados Unidos, na noite de 14 de março. O programa E2 também venceu o Laureates Awards na categoria plataforma de aeronaves comerciais.
“Embora semelhante à série de E-Jets original da Embraer, a família de aviões E2 possui design inovador, além de apresentar grandes avanços em aerodinâmica, propulsão, aviônica, controles de voo e na cabine, estabelecendo-se como uma nova referência para jatos crossover”, justificou a publicação que premiou o Programa E2.
“Este prêmio pertence a todos os 18 mil funcionários da Embraer. Precisamos, obviamente, reconhecer a grandeza de nossas equipes de engenharia, que trabalharam arduamente para superar todos os desafios durante o desenvolvimento do programa E2. É uma honra receber a premiação no mesmo ano em que a Embraer comemora seu 50º aniversário”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, Diretor-Presidente da Embraer.
“Para a Embraer, receber este prêmio é a coroação de um programa incrível”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “É preciso reconhecer que em uma indústria em que não é fácil manter programas complexos no caminho certo, a Embraer trouxe o E2 para o mercado dentro do cronograma e do orçamento. Excedeu, inclusive, várias metas de desempenho. Compartilho esse prêmio também com nossos parceiros comerciais – sem eles, isso não seria possível.”
Desde a criação, o Laureate Awards da Aviation Week honrou conquistas extraordinárias do setor aeroespacial, e inovadores que representam os valores e a visão da comunidade aeroespacial global que mudaram a forma como as pessoas trabalham e se movem pelo mundo. A Aviation Week reconhece as melhores realizações nos quatro pilares da indústria: Defesa, Aviação Comercial, Espaço e Aviação Executiva.
A Embraer lançou o programa E-Jets E2 em 2013. A nova geração de aeronaves comerciais é composta por três aviões – E175-E2, E190-E2 e E195-E2 –, com capacidade de 70 a 146 passageiros. Os E-Jets E2 representam o melhor da nova tecnologia em uma plataforma comprovada. A aplicação de tecnologias avançadas para motores, asas e aviônica diferencia os E-Jets E2 no mercado por fornecer às companhias aéreas o máximo em ganhos de eficiência enquanto mantêm a comunalidade com a primeira geração de E-Jets.
Os aprimoramentos em relação à primeira geração incluem novas asas aerodinamicamente avançadas, com maior alongamento, sistemas e aviônica aprimorados, controles de voo fly-by-wire completos de 4ª geração e os motores de alto desempenho GTFTM da Pratt & Whitney (PW1700G no E175-E2, PW1900G no E190-E2 e E195-E2). Essa combinação cria a família de aeronaves de corredor único mais eficiente, com reduções de dois dígitos no consumo de combustível, emissões, ruído e custos de manutenção, além de maior produtividade por meio de menos paradas programadas para manutenção. Os E-Jets E2 alcançam custos por assento semelhantes aos de aeronaves narrow-body maiores remotorizadas com custos por viagem significativamente menores. Em abril de 2018, a Embraer entregou o primeiro E190-E2 para a norueguesa Widerøe, maior companhia aérea regional da Escandinávia.
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Sobre a Embraer
Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.
Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.
A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.
Foto:Rodolfo Moreira/Arquivo