O desafio dos bancos digitais em atender o público PJ

 

Nunca se falou tanto em banco digital. Muitos bancos tradicionais buscam a mesma meta: ser ágil, fácil, intuitivo, ter um bom atendimento ao cliente ao oferecer serviços financeiros. Especificamente para o público PJ, a abertura e gestão de contas correntes continua sendo muito burocrático e alguns bancos até fazem campanhas para atrair esse público, oferecendo pacotes com tarifas mais atrativas, com menos serviços.  

Por lei, as instituições financeiras precisam oferecer um pacote específico para MEIs (Microempreendedores Individuais) a custos baixos. Mas, os serviços são limitados e nem sempre atendem à necessidade do pequeno empresário, que acaba contratando serviços adicionais e pagando ainda mais caro.

 Linker

Para falar desse cenários e de outro assuntos relacionados ao mercado financeiro e do universo das fintechs, deixo a disposição Ingrid Barth, cofundadora do  Linker, plataforma de soluções financeiras focada no empreendedor, oferece cadastro simples, tarifas justas e atendimento efetivo sem burocracia que busca atender esse público que encontra dificuldades ao abrir uma conta PJ. 

ABFintechs

Ingrid Barth também é diretora da ABFintechs – Associação Brasileira de Fintechs e  atua no mercado financeiro há mais de 15 anos. Trabalhou como Head de PJ na Fintech Neon Pagamentos e Head de novos negócios e parceiras na Fintech Foxbit, entre outros bancos internacionais como Santander e JPMorgan. É formada em economia e engenharia civil, com MBA em empreendedorismo e inovação (FIA-USP), é especialista em serviços de tesouraria (JPMorgan University), inovação e Design Thinking (HiveLab SP). A executiva também foi ganhadora da ideia de startup mais inovadora no Fórum de Empreendedorismo (FEA-USP/2016), é também champion do ITU ONU, diretora da ABFintechs e integrante do comitê jovem empreendedor da Fiesp.

Ingrid Barth, cofundadora do Linker -Foto:Divulgação