É possível investir na Bolsa com pouco dinheiro?

Ao pensar na Bolsa de Valores, é normal que muitas pessoas, principalmente quem nunca investiu, tenham a ideia errada de que esse tipo de investimento é destinado somente para quem é especialista no assunto ou tem muito dinheiro.

Esse mito vem sendo desmistificado pelos próprios participantes do mercado, como a Comissão de Valores Mobiliários (CMV), que regulamenta o mercado de capitais; a B3 – Brasil, Bolsa, Balcão; as corretoras de valores e demais entidades que têm se esforçado para fazer com que esse mercado se desenvolva cada vez mais.

O foco desse trabalho conjunto é aumentar o número de pessoas físicas investindo na Bolsa, demonstrando que é possível, para quem está começando, investir em renda variável e obter sucesso.

Um ponto bastante controverso diz respeito à soma de dinheiro que o investidor precisará para começar a operar. Diferentemente do que a maioria pensa, não é preciso ser milionário. 

Valor mínimo para investir na Bolsa

Não existe um valor mínimo para se investir na Bolsa de Valores, tudo depende do ativo no qual você quer investir. A Bolsa oferece uma ampla gama de investimentos, ao selecionar um, o investidor deve verificar se está de acordo com o seu perfil de investimento, a sua tolerância ao risco, as taxas administrativas envolvidas e o quanto deve aplicar para começar lucrar. O investidor deve se atentar também para o fato de que, nesse tipo de investimento, ele deverá arcar com a taxa de corretagem, que é cobrada a cada operação de compra e venda, e a taxa de custódia, que depende de cada corretora.

Vantagens de investir na Bolsa

A Taxa Selic em 4,25% afeta diretamente a rentabilidade dos produtos de renda fixa, ou seja, onde o investidor sabe quanto receberá de lucro ao final da aplicação. Como está mais baixa, a tendência é de rentabilidade menor que há alguns anos.

No entanto, este mesmo cenário abre uma janela de oportunidades para os investimentos de renda variável, com tolerância ao risco para obter ganhos maiores, como as ações.

Algumas das vantagens de se investir na Bolsa são: alta liquidez, ou seja, a velocidade e facilidade de transformar o investimento em dinheiro; oportunidade de diversificar a carteira de investimentos; possibilidade de fazer o dinheiro render em qualquer prazo (curto, médio e longo); além de ser possível receber dividendos e juros sobre o capital próprio.

Como investir na Bolsa?

Para começar, o investidor precisa se certificar se o seu perfil de investimento está adequado aos riscos que cada tipo de operação engloba. Em seguida, é preciso escolher uma corretora de valores, que será a intermediadora do investimento na Bolsa, abrir uma conta e transferir a soma de dinheiro que deseja investir. Antes de comprar um ativo, que pode ser uma ação ou um fundo de investimento, por exemplo, é recomendável ter um plano de investimento e fazer uma análise do ativo que se pretende comprar, observando sua performance e variáveis.

Depois, é só acessar o sistema home broker da corretora, oferecido para se conectar ao pregão, e começar a operar. A utilização do home broker facilitou muito a vida dos investidores, especialmente no caso da pessoa física. Se ainda assim o investidor encontrar dificuldades para investir na Bolsa, é possível buscar informações por meio de cursos, palestras, livros e workshops. Informação é o que não falta!

Hoje, o mercado conta com ferramentas, como a plataforma Vexter, na qual é possível aprender sobre o mercado, simular investimentos na Bolsa e interagir com especialistas ao vivo. Por meio da ferramenta, pode-se receber oportunidades de investimento e análises para ajudar a montar a sua carteira de investimentos. Especialmente para quem está iniciando, começar com apoio especializado permite operar com mais confiança e aumentar as suas chances de obter sucesso.