Dicas importantes sobre a manutenção preventiva para sua moto

Para aumentar a vida útil da motocicleta e também prevenir contra acidentes, é importante manter uma rotina de manutenção para a motocicleta.

Muitos motoristas brasileiros estão trocando os carros por veículos que seja mais econômico. Nesse caso, as motos estão ganhando cada vez mais espaço no trânsito caótico das cidades. Por serem mais baratas, mais econômicas e mais ágeis, elas se multiplicam a cada novo ano.

Se engana o pilo que compra uma motocicleta e acha que é tão simples que basta somente colocar gasolina e trafegar. É preciso ter cuidado com as peças, que apresentam mais fragilidade que os componentes do carro.

Como a estrutura da motocicleta é menos protetiva, importantes sistemas ficam expostos as intempéries e estão mais suscetíveis a problemas mecânicos. Por isso, é imprescindível não descuidar com os reparos e reposições que se fazem necessárias rotineiramente.

Se você adotou a motocicleta como meio de transporte e ainda não sabe quais são as manutenções básicas, chegou ao post certo. Separamos 7 dicas importantes sobre a manutenção preventiva que a sua moto precisa. Vamos lá? Acompanhe.

1. Cuide da bateria da motocicleta

Algumas motos usadas, que são de modelos mais antigos, precisam de um cuidado diferenciado com a bateria. Os modelos novos estão saindo de fábrica com baterias seladas, que mostram o nível força e não precisam de reposição de água.

No entanto, a maioria das motocicletas que circulam no Brasil ainda possuem o sistema antigo de baterias não seladas, e nesse caso, é preciso verificar com frequência o nível de água.

É preciso retirar a bateria do seu compartimento e abrir a tampa. No entanto, a água que será colocada no reservatório precisa ser destilada. Esses fluídos especiais são vendidos facilmente nos postos ou lojas especializadas. Depois disso é preciso fechar bem e limpar os polos da bateria para recoloca-la no seu lugar.

2. Faça a lubrificação das correntes

A motocicleta possui algumas similaridades com a bicicleta. Entre elas, a corrente que liga o motor a roda traseira. Assim como na sua infância, para evitar que haja dificuldades na circulação da corrente, é preciso lubrificar o sistema com óleo.

O ideal é que se faça a manutenção a cada 500 km trafegados e, junto com isso, é preciso verificar se a corrente cedeu e está com folgas. Se a peça vier a escapar enquanto você está trafegando com a moto, isso na certa será uma queda!

3. Verifique os cabos e as pastilhas de freio

Os freios são essenciais em qualquer tipo de veículo. É preciso verificar o conjunto como um todo para fazer os reparos ou substituições necessárias. Pela exposição ao tempo, comece por verificar quais as condições dos cabos que acionam o freio.

Se estiverem enferrujados ou quebradiços, o ideal é fazer a substituição. O mesmo serve para os cabos de embreagem e acelerador. Se eles se romperem ou dificultarem o manuseio durante o uso da motocicleta, isso pode acarretar em um acidente.

No caso das pastilhas, é preciso verificar com frequência se a peça está desgastada. Ao menor sinal de barulho ou dificuldades de frenagem, o indicado é fazer a troca da pastilha, mesmo que ela esteja com aspecto de nova. Às vezes, pode ocorrer da peça não se adaptar ao freio.

4. Fique de olho nos filtros de ar

Pelo menos a cada mil quilômetros percorridos o ideal é fazer uma verificação minuciosa e a manutenção do filtro de ar. Existem dois tipos de filtros que você pode utilizar na sua motocicleta, o descartável e o reutilizável.

Se você optar pelo reutilizável, poderá fazer a retirada da peça e lavar com detergente neutro e água. É possível passar uma cama de óleo para diminuir o acúmulo de sujeira na peça.

Caso você esteja usando o filtro descartável, não tente dar jeitinhos, substitua a peça dentro do prazo. A falta de manutenção do filtro de ar pode acarretar em graves problemas ao motor da sua motocicleta.

5. Não esqueça do óleo do motor

Todo veículo automotor precisa da manutenção de óleo periódica. Com as motocicletas esse processo não é diferente. Porém, no entanto, ele costuma ter um prazo mais curto entre as manutenções.

Via de regra, a cada mil quilômetros percorridos o ideal é fazer a substituição do óleo usado. É preciso ficar atento as datas de troca e aos limites de quilometragens indicados pelo fabricante do produto e da motocicleta.

Basicamente, não pode faltar óleo no motor, senão aumenta o atrito e o motor para de funcionar. Para evitar prejuízos ainda maiores, não descuide desse quesito!

6. Faça a troca dos pneus da moto

Na hora de procurar um veículo para comprar, não se paute somente pela tabela fipe motos. Você precisa verificar o estado geral do veículo. Por isso, tanto para quem quer comprar quanto para quem quer vender, os pneus são o cartão de visita, além da sua essencialidade, é claro.

Quanto mais desgastada está a borracha do pneu, menos aderência ao solo a peça terá. Isso pode gerar graves acidentes, já que o piloto perde muita estabilidade com pneus velhos ou carecas.

A calibragem é fundamental para aumentar a vida útil e a estabilidade da moto. No entanto, ao observar a diminuição dos sulcos e a perda de aderência, é melhor substituir os pneus.

7. Os rolamentos precisam de óleo

Lembrando da infância, para quem gostava de patins e skate, os rolamentos eram imprescindíveis para fazer as corridinhas correrem suavemente. Vamos transportar a mesma sensação para a motocicleta. É importante lubrificar os rolamentos justamente para evitar que a peça trave e que faça barulho.

Se o rolamento trava, consequentemente a roda também travará e isso pode causar uma queda. São os pequenos detalhes que fazem toda diferença na manutenção de uma motocicleta.

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